| ||||||
© Copyright - Libreria Editrice Vaticana
| ||||||
O SENHOR TE CHAMA
"Gostaria de dizer àqueles e àquelas que se sentem longe de Deus e da Igreja, aos que têm medo ou aos indiferentes:
O Senhor também te chama para seres parte do seu povo, e o faz com grande respeito e amor!" EG, n.113.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
SACRAMENTO DA ORDEM - Papa Francisco
DOMINGO DE RAMOS Mateus 21,1-11 "Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor"
![]() |
| HOSANA AO FILHO DE DAVI! HOSANA AO FILHO DE DAVI! Bendito o que vem em nome do Senhor! |
Com o Domingo de Ramos iniciamos a semana santa, recordando a entrada de Jesus em Jerusalém para celebrar a sua Páscoa.
Como o povo da Antiga Aliança, que durante a Festa das Tendas, levava ramos nas mãos, significando a esperança messiânica, renovamos hoje nossa adesão a Cristo, Senhor da história.A leitura do evangelho de Mateus, capítulo 21, versículos de 1 a 11 (Mt 21,1-11) narra a entrada triunfal de Jesu em Jerusalém: "... Os discípulos trouxeram a jumenta e o jumentinho e puseram seus mantos em cima, e Jesus montou. A numerosa multidão estendeu seus mantos no chão, enquanto outros cortavam ramos de árvores e os espalhavam no caminho. As multidões na frente e atrás dele clamavam: Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus...".
O clima do Domingo de Ramos é de alegria. Jesus entra em Jerusalém debaixo de vivas, aplausos e rodeado de grande multidão.
Simbolizando vitória, a multidão carrega nas mãos ramos de palmeira. Todos querem fazer de Jesus um rei, para a tristeza de alguns fariseus, que se sentem incomodados com a grande aceitação de Jesus.
Jesus entra em Jerusalém montado em um jumentinho. O jumento simboliza a humildade e a mansidão. Os exércitos usavam cavalos, que simbolizavam a força. Jesus é o rei que serve humildemente. O povo que acompanha Jesus traz nas mãos palmas, simbolizando alegria e vitória.
Cumprindo sua missão salvadora, Jesus entra em Jerusalém. É a hora decisiva. Ele sabia que nesta cidade estavam os que queriam vê-lo morto. Jesus não retrocede e cumpre sua missão até o fim.
De seu gesto de doação e entrega por todos surge a vida plena com a salvação para o mundo inteiro. A atitude de Jesus é modelo que devemos imitar: é seguindo seus passos e percorrendo o seu caminho que somos de fato cristãos.
Nós vamos perceber também um grande contraste entre a leitura da entrada em Jerusalém e o Evangelho da missa. Este mostra a paixão de Jesus. O mesmo povo que aplaudiu Jesus foi manipulado por seus inimigos. E alguns dias depois grita e exige sua crucificação.
Vamos procurar meditar sobre a nossa vida, a razão de estarmos neste mundo, se a nossa vida realmente está comprometida com a mensagem de Jesus.
Com folhas nas mãos, o povo de Jerusalém saúda alegremente Jesus, à medida que ele entra na cidade. Além de Jesus, outro personagem é o jumentinho, que se tornou figura na história (sinal de pobreza e humildade aos seus discípulos e sua Igreja), está ligado para sempre a Jesus na entrada e aclamação em Jerusalém.
É um momento muito forte e propício para meditarmos sobre a nossa vida.
ORAÇÃO:
Ó Deus, com ramos de oliveira, crianças e pobres aclamaram Jesus ao entrar na cidade santa. Abençoa nossas famílias e dá-nos a graça de frutificarmos em obras de justiça e paz. Amém!
PARA REFLETIR:
Jesus escolhe um animal simples para sua entrada em Jerusalém; sem beleza aparente, mas de grande força. O evangelho nos convida a meditar sobre a posição que tomamos diante do plano da salvação. Será que buscamos somente a beleza, as coisas exteriores, e nos tornamos fracos espiritualmente ou nos deixamos ser usados por Jesus naquilo que é realmente necessário para que o seu Reino possa crescer?
Fontes: Bíblia de Jerusalém; Diário Bíblico; Evangelho Dominical.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
APOLOGÉTICA CRISTÃ CATÓLICA : A CONVERSÃO DE UM CONVERTIDO
APOLOGÉTICA CRISTÃ CATÓLICA : A CONVERSÃO DE UM CONVERTIDO: Ef 4,5 – Um só Senhor, uma só fé, um só batismo. Graça e paz da parte de Jesus Cristo nosso Senhor! Sou Érick Augusto Gomes e g...
quarta-feira, 2 de abril de 2014
EVANGELHO Jo 11,1-45 (5º Domingo da Quaresma)
Estamos no final da primeira parte do Evangelho de João (caps. 1 a 12). A hora de Jesus se inicia a partir do capítulo 13:
É chegada a hora para o Filho do Homem ser glorificado.
Em verdade, em verdade vos digo, se o grão de trigo caído na terra não morrer, fica só; se morrer, produzirá muitos frutos.
O relato da ressurreição de Lázaro é um sinal que proclama Jesus como a Ressurreição e a Vida. Quem nele crê tem a vida autêntica: se está morto ressuscita, se está vivo nunca morrerá.
O encontro de Jesus com Lázaro é o milagre e o espelho do encontro de Jesus com os homens e com as mulheres: pela fé em Jesus a vida do homem e da mulher torna-se autêntica, abrindo-se para de um amigo e diante de sua própria a vida de Deus.
Lázaro é a figura de todos nós e de nossa situação. Jesus está diante da morte de um amigo e diante de sua própria morte.
Jesus se entristece, chora e reage, revelando-nos a força de Deus, que estava nele, para beneficiar a todos nós.
As três pessoas: Lázaro, Marta e Maria - são a própria humanidade envolta em situações de morte.
A doença dele é a doença do mundo, suas amarras são as amarras de todas as pessoas impossibilitadas de andar e viver.
Jesus ressuscita Lázaro não apenas por uma questão de amizade, mas para mostrar que a vitória sobre a morte faz parte do plano salvífico do Pai.
Jesus é o instrumento dessa vontade do Pai.
Quem nele crê participa já de sua Vida e de sua Ressurreição.
Para Jesus, a morte não é o fim. Há dois modos de ver a morte: um representado por Maria e Marta e o outro por Jesus. Para elas a morte é uma barreira insuportável, intransponível.
Para Jesus se assemelha a um sono, do qual será fácil despertar.
A finalidade do milagre é revelar algo de Jesus: que "Ele é a Ressurreição e a Vida".
PAPA REFLETIR:
Quantos de nós estamos "mortos" para a vida. Sem perspectivas, sem projetos, sem sonhos...
Mas Jesus insiste em nos dar a vida. Estamos nós dispostos a recebê-la?
fonte: 5º Domingo da Quaresma - 06.04.2014 - DB - Ed.AM.
quarta-feira, 26 de março de 2014
Evangelho Jo 9, 1.6-9.13-17.34-38 (4º Domingo da Quaresma)
Jesus abre os olhos ao cego de nascença, pelas águas de Siloé.
Jesus cura um cego, mas a cura só é completa na profissão de fé:
é preciso ver Deus em Jesus Cristo.
O evangelho narra:
1) a cura (9,1-7);
2) o amadurecimento da fé no confronto com a incredulidade e a repressão (9,8-34);
3) a autorevelação de Cristo, como resposta à busca do cego, e a profissão de fé deste (9,35-39).
A autorevelação de Cristo é: "Eu sou a luz do mundo" (cf. 8,12). O cego vê esta luz e torna-se "filho da luz" (cf. 12,36).
Os fariseus dizem que vêem, mas se recusam a ver a luz que veio ao mundo: eles são os verdadeiros cegos. Assim, a luz se transforma, para eles em julgamento e condenação. Eles não querem fazer o que faz o cego: adorar a Deus em Jesus Cristo.
Jesus "unge" os olhos do cego de nascença. (Para a catequese, o fato de ele ser cego de nascença faz pensar no pecado original: uma cegueira que acompanha a vida da gente). Depois de ter untado os olhos do cego, Jesus manda-o lavar-se (o "banho da regeneração"!) no " Siloé, que quer dizer Enviado" (a piscina de Siloé é uma da luz figura de Cristo). Então, ele recebe a luz dos olhos. O batismo é aqui evocado como unção e iluminação.
O sentido profundo disso tudo é que o batizado deve ser uma testemunha da luz que recebeu. O cego de nascença nos dá o exemplo: ele testemunha o Cristo, com convicção e firmeza sempre crescentes. O batizado é um homem da luz ("filho da luz"), alguém que enxerga com clareza, e que anda na luz. Pois a luz não é só para ser contemplada, mas para caminharmos nela, realizando as obras que ela nos permite enxergar e levar a termo.
"Outrora éreis trevas, mas agora sois luz do Senhor... Desperta, tu que andas dormindo, levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará."
REFLEXÃO:
Como é que se realiza este testemunho cristão hoje?
Quais são as grandes cegueiras que devem ser iluminadas?
Vamos assumir o nosso testemunho, mesmo para aqueles que não querem ver.
fonte: Lit.domin. Ed Vozes.Konnings.
Jesus cura um cego, mas a cura só é completa na profissão de fé:
é preciso ver Deus em Jesus Cristo.
O evangelho narra:
1) a cura (9,1-7);
2) o amadurecimento da fé no confronto com a incredulidade e a repressão (9,8-34);
3) a autorevelação de Cristo, como resposta à busca do cego, e a profissão de fé deste (9,35-39).
A autorevelação de Cristo é: "Eu sou a luz do mundo" (cf. 8,12). O cego vê esta luz e torna-se "filho da luz" (cf. 12,36).
Os fariseus dizem que vêem, mas se recusam a ver a luz que veio ao mundo: eles são os verdadeiros cegos. Assim, a luz se transforma, para eles em julgamento e condenação. Eles não querem fazer o que faz o cego: adorar a Deus em Jesus Cristo.
Jesus "unge" os olhos do cego de nascença. (Para a catequese, o fato de ele ser cego de nascença faz pensar no pecado original: uma cegueira que acompanha a vida da gente). Depois de ter untado os olhos do cego, Jesus manda-o lavar-se (o "banho da regeneração"!) no " Siloé, que quer dizer Enviado" (a piscina de Siloé é uma da luz figura de Cristo). Então, ele recebe a luz dos olhos. O batismo é aqui evocado como unção e iluminação.
O sentido profundo disso tudo é que o batizado deve ser uma testemunha da luz que recebeu. O cego de nascença nos dá o exemplo: ele testemunha o Cristo, com convicção e firmeza sempre crescentes. O batizado é um homem da luz ("filho da luz"), alguém que enxerga com clareza, e que anda na luz. Pois a luz não é só para ser contemplada, mas para caminharmos nela, realizando as obras que ela nos permite enxergar e levar a termo.
"Outrora éreis trevas, mas agora sois luz do Senhor... Desperta, tu que andas dormindo, levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará."
REFLEXÃO:
Como é que se realiza este testemunho cristão hoje?
Quais são as grandes cegueiras que devem ser iluminadas?
Vamos assumir o nosso testemunho, mesmo para aqueles que não querem ver.
fonte: Lit.domin. Ed Vozes.Konnings.
sexta-feira, 21 de março de 2014
Homilia do 3o. Domingo da Quaresma – Beber água do poço - CATEQUESE E BÍBLIA
A água é um elemento vital para o ser humano, assim como a comida. Quando Jesus utiliza estas imagens, comunica-nos algo muito além do visível, do palpável. O mais importante não é o pão de trigo ou a água do poço, mas o alimento e a bebida da vida eterna. A água é o sentido da vida, é a graça divina, o dom da salvação, o Espírito...
O Senhor nos deseja dar da água viva, mas nem sempre estamos abertos para receber este dom. Somos resistentes. No AT, o povo quer voltar para trás, duvida do êxodo, deixa morrer a esperança no Deus que salva, pois percebe que o deserto é árido. A consequência é a murmuração. Hoje também murmuramos diante das circunstâncias, deixamos a fé e a esperança morrer, com facilidade. Deus, por sua vez, convida-nos a arriscar. A samaritana também manifesta sua descrença: “é você que me dará de beber?” Deus nos concede a água viva como um dom genuíno. Mesmo diante de nossas resistências e murmurações, Ele quer nos saciar. Mas fica o alerta: sem o consentimento humano, a graça não pode acontecer.
O Evangelho deste domingo revela muitas riquezas. Apresenta um encontro entre Jesus e uma mulher samaritana. Primeiramente, observamos que se trata de um encontro que acontece no cotidiano da vida. Estavam à beira de um poço para beber água. Jesus se manifesta no comum da vida. Para encontrar o Senhor, não podemos ficar preso às regras, ao lugar correto para o culto, aos preconceitos em relação à mulher ou ao estrangeiro. É preciso assumir o verdadeiro culto “em espírito e verdade”, superando os ritualismos vazios.
A samaritana fez um conhecimento gradual de Jesus: considerado inicialmente como um desconhecido, passa a judeu inimigo, depois um homem desconcertante, mais tarde um profeta e, por fim, o Messias. Somos convidados a avançar no conhecimento do Senhor, acolhendo o dom da água viva. Não o conhecemos de uma vez só, mas ao longo de toda a nossa existência, por um processo de conversão constante.
O encontro transforma a vida da pessoa. A samaritana não seria a mesma depois do diálogo com Jesus. Quando encontramos o Senhor, a nossa vida ganha novo sentido, passa a ser uma nova vida, somos “nova criatura”. O encontro afetivo proporciona uma nova visão do mundo, da realidade... O encontro também leva à missão, por isso, a samaritana se vê impelida a ir ao encontro dos demais para proclamar que ela viu o Messias. Quem encontra o Senhor não o guarda para si, não se satisfaz com algumas experiências de satisfação espiritual, não se contenta com a prática de ritos. O encontro necessariamente nos leva à adesão do seu Reino, da missão. Quem encontrou o Senhor, deseja, sem proselitismos, fazer com que outros também o encontrem.
Junto com os catecúmenos que se preparam para os sacramentos da iniciação, recebemos o convite para escrutinar nosso coração, ou seja, olhar para dentro de si mesmo à luz do projeto divino, percebendo se estamos vivendo de acordo com a proposta do Evangelho: acolhemos a água viva e deixamos de lado as resistências? O nosso encontro com o Cristo é profundo e verdadeiro? Somos conduzidos à missão?
Quem tiver sede, venha a mim e beba. Do seu interior brotará fontes de água viva!
Pe. Roberto Nentwig
Em Catequese e Bíblia.
segunda-feira, 17 de março de 2014
Evangelho Jo 4,5-42 - JESUS E A SAMARITANA - 3º Domingo da Quaresma
| Jesus e a Samaritana, S.Petersburg Autor: Vitor Toniolo |
A finalidade desse texto é quebrar as barreiras que impedem os homens de se relacionarem. Essas barreiras podem ser de ordem religiosa, política e econômica ou de qualquer outra ordem.
A samaritana somos todos nós, sedentos em busca da fonte de onde podemos "tirar água". Ela conhece o dom de Deus, acolhe a água viva, tem fé em Jesus, tem o amor de Deus derramado em seu coração na medida em que passa por uma transformação e conversão profunda.
Do diálogo de Jesus com a samaritana, brotam afirmações básicas para quem quer segui-lo de perto:
a) Jesus é novidade absoluta. Não veio apenas para aperfeiçoar ou corrigir o que existia, mas proclamar o início de uma relação nova e profunda entre Deus e o homem;
b) Jesus traz a verdade, isto é, a realidade anunciada por essa figura. O culto autêntico e definitivo revela-se na pessoa de Jesus;
c) o primeiro passo da fé é reconhecer a superioridade de Jesus sobre leis, patriarcas e profetas de ontem e de hoje.
Essa presença de Jesus perto do homem é viva e até incômoda, porque ele questiona a vida humana e não permite que o homem pergunte por Deus sem se interrogar sobre o próprio modo de viver.
A samaritana optou pelo dom de Deus, pela vida, experiência que a marcou a ponto de transformá-la em testemunha e missionária dessa mesma vida junto de seus concidadãos.
Para refletir:
Jesus não tem distinção de pessoas. Ama e serve a todos. Não é fácil amar os inimigos, mas o Evangelho nos pede. Como me comporto diante daqueles que me são de difícil convivência?
Salmo 94(95),8 - Vinde, manifestemos nossa alegria no Senhor, aclamemos o rochedo de nossa salvação.
Fonte: Diário Bíblico 2014. Ed.AM.
Assinar:
Postagens (Atom)













